Era uma vez um pai que tinha dois filhos. O mais velho havia nascido dois anos antes do irmão. Nesse tempo recebeu um porquinho mealheiro e quando a família ofertava moedinhas o petiz colocava-as no mealheiro. Também o pai, que lhe dedicava toda a sua atenção, oferecia moedas que eram de imediato colocadas no porquinho. Quando o irmão nasceu também recebeu um porquinho mealheiro. Mas as pessoas deixaram de dar moedas e o pai, que já não tinha tanto tempo, também deixou de dar moedas. O tempo passou e quando chegou um certo dia o pai sugeriu que os filhos abrissem os mealheiros. O mais velho tinha amealhado uma boa maquia e o pai, muito contente, teceu-lhe fortes elogios. O mealheiro do segundo filho estava vazio e o pai, muito irritado, insultou-o e repreendeu-o pelos maus resultados.
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quarta-feira, abril 20, 2011
A Parábola dos Porquinhos Mealheiros
Era uma vez um pai que tinha dois filhos. O mais velho havia nascido dois anos antes do irmão. Nesse tempo recebeu um porquinho mealheiro e quando a família ofertava moedinhas o petiz colocava-as no mealheiro. Também o pai, que lhe dedicava toda a sua atenção, oferecia moedas que eram de imediato colocadas no porquinho. Quando o irmão nasceu também recebeu um porquinho mealheiro. Mas as pessoas deixaram de dar moedas e o pai, que já não tinha tanto tempo, também deixou de dar moedas. O tempo passou e quando chegou um certo dia o pai sugeriu que os filhos abrissem os mealheiros. O mais velho tinha amealhado uma boa maquia e o pai, muito contente, teceu-lhe fortes elogios. O mealheiro do segundo filho estava vazio e o pai, muito irritado, insultou-o e repreendeu-o pelos maus resultados.quarta-feira, maio 11, 2005
O Canto dos Poetas (ao 8ºB)
É urgente amar a poesia
descobrir nas searas
nas pedras e nos rios
as manhãs claras
os lençois frios
E os leitos onde nada se demora
Abrir a porta, ir embora.
Ergue-se alto e pálido
Com a facha em riso aberta
Fugido por um só instante
Da cova escura deserta
Na procura das moças mil,
Esse varão ousado e vil.
Era enorme a sua loucura
Só em verso se fez feliz
Foi por falta de ternura
Que bebeu cícuta em Paris
Mas deixou o desejo
Para o último momento,
Palhaços,latas e acrobatas,
O caixão sobre um jumento!
Sem rodanas nem alavancas
Ele faz avançar o mundo
Com sonho mais profundo
Entre as mãos das crianças.
Tambem cantou caravelas,
Ouro, canela e infantes.
Onde nós vemos moinhos
O poeta dos caminhos,
não se rende - vê gigantes.
Olham-te, apontam e acusam,
porque não desistes de ser
Poeta e ser mulher
Ninguém te pôs na ordem
Pois a tua natureza,
É ser pássaro voando
Abrindo asas à beleza!
Ainda tentaste ensinar,
o que não é fácil de entender
todo o que tem fome do sonho
tem a poesia - pra comer!
descobrir nas searas
nas pedras e nos rios
as manhãs claras
os lençois frios
E os leitos onde nada se demora
Abrir a porta, ir embora.
Ergue-se alto e pálido
Com a facha em riso aberta
Fugido por um só instante
Da cova escura deserta
Na procura das moças mil,
Esse varão ousado e vil.
Era enorme a sua loucura
Só em verso se fez feliz
Foi por falta de ternura
Que bebeu cícuta em Paris
Mas deixou o desejo
Para o último momento,
Palhaços,latas e acrobatas,
O caixão sobre um jumento!
Sem rodanas nem alavancas
Ele faz avançar o mundo
Com sonho mais profundo
Entre as mãos das crianças.
Tambem cantou caravelas,
Ouro, canela e infantes.
Onde nós vemos moinhos
O poeta dos caminhos,
não se rende - vê gigantes.
Olham-te, apontam e acusam,
porque não desistes de ser
Poeta e ser mulher
Ninguém te pôs na ordem
Pois a tua natureza,
É ser pássaro voando
Abrindo asas à beleza!
Ainda tentaste ensinar,
o que não é fácil de entender
todo o que tem fome do sonho
tem a poesia - pra comer!
sexta-feira, fevereiro 04, 2005
Perguntaste-me hoje...
Perguntaste-me hoje,
Com esse sorriso tímido que nunca esquecerei,
As mais complicadas perguntas que já ouvi.
Perguntaste-me hoje, do fundo de ti.
Como responder com a verdade que mereces?
A verdade é fria e faz a gente crescer,
E por em causa tudo aquilo que levámos anos a aprender.
Se eu te pudesse responder com a mesma verdade
com que a menina, defronte da tabacaria, come chocolates.
É tão sincera a tua dúvida e a tua curiosidade,
Que nada mais merece senão a verdade.
Mas eu sei que não tenho o direito de te estragar o sonho.
Eu não posso, nem quero, que deixes já de sonhar!
Mas perturba-me e peço ajuda a quem me possa ajudar,
Como se explica o que é "sedução" a uma menina,
Que tem, ainda, muito tempo para sonhar?
Com esse sorriso tímido que nunca esquecerei,
As mais complicadas perguntas que já ouvi.
Perguntaste-me hoje, do fundo de ti.
Como responder com a verdade que mereces?
A verdade é fria e faz a gente crescer,
E por em causa tudo aquilo que levámos anos a aprender.
Se eu te pudesse responder com a mesma verdade
com que a menina, defronte da tabacaria, come chocolates.
É tão sincera a tua dúvida e a tua curiosidade,
Que nada mais merece senão a verdade.
Mas eu sei que não tenho o direito de te estragar o sonho.
Eu não posso, nem quero, que deixes já de sonhar!
Mas perturba-me e peço ajuda a quem me possa ajudar,
Como se explica o que é "sedução" a uma menina,
Que tem, ainda, muito tempo para sonhar?
segunda-feira, dezembro 13, 2004
Criar
Criar
Do nada que tens na mão
Uma folha branca de papel
Faz um mundo novo
Rasga-a com os dedos,
Com o teu olhar,
Ou com o teu coração
Rasga-a!
Abre-a, abre-te...
como a crisálida,
e cria.
É alma feita verso
a que chamamos poesia!
É um prazer ver nascer em vós a magia da criação. Que as vossas mãos sejam sempre capazes de criar novos mundos, a ver se um dia acertam com a fórmula e todos os sonhos do Mundo se libertam. Não sou eu que escolho o vosso caminho, são vocês que despertam! À minha turma do 8ºB, pela alegria que é lê-los criar poesia!
Do nada que tens na mão
Uma folha branca de papel
Faz um mundo novo
Rasga-a com os dedos,
Com o teu olhar,
Ou com o teu coração
Rasga-a!
Abre-a, abre-te...
como a crisálida,
e cria.
É alma feita verso
a que chamamos poesia!
É um prazer ver nascer em vós a magia da criação. Que as vossas mãos sejam sempre capazes de criar novos mundos, a ver se um dia acertam com a fórmula e todos os sonhos do Mundo se libertam. Não sou eu que escolho o vosso caminho, são vocês que despertam! À minha turma do 8ºB, pela alegria que é lê-los criar poesia!
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