quarta-feira, novembro 09, 2005

Para sempre



13-05-1980 a 21-10-2005

Eras tão pequenino,
na palma da minha mão.
Coberto de penas fofinhas,
acelerado bater dum coração.

Esse olhar curioso,
um bico que parecia sorrir,
penas de brilho lustroso,
uma asita sempre a abrir.

Como ave de casa,
Sem muito por onde voar,
tinhas a alegria da vida
sem muito pra desejar.

Amaste, tiveste filhos,
ficaste perto de nós.
Foi numa noite de outono,
que nos deixaste sós.

Ah, ave linda sem par,
voa com majestade,
por esse céu aberto,
pleno de Liberdade!

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